O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, rejeitou hoje a possibilidade de um “aumento significativo” na contribuição de Portugal para o financiamento da Ucrânia, apesar de ter destacado a necessidade de dois esquemas viáveis. Ao ser questionado sobre se Portugal estaria disposto a apoiar a Ucrânia, mesmo que isso exigisse um aumento substancial da sua